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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Cinto de segurança no banco de trás é obrigatório.

“Usar o cinto de segurança no banco de trás é obrigatório por lei e pode salvar sua vida”.




Essa é a mensagem principal da campanha publicitária lançada pela ARTESP, a Agência de Transportes do Estado de São Paulo.

O objetivo é chamar a atenção das pessoas para a importância do equipamento, principalmente entre os ocupantes do banco traseiro. Uma pesquisa realizada pela ARTESP entre os dias 1 e 7 de dezembro, em mais de 19 mil veículos em 45 rodovias paulistas sob concessão, revela que 53% desses passageiros não usam o cinto.
Giovanni Pengue Filho, diretor de Operações da Agência, detalha a ação: “A campanha é justamente para conscientizar da questão da obrigatoriedade do uso do cinto e que ele pode salvar sua vida e das pessoas que você ama. Então, essa campanha começa agora em janeiro e vai até junho. Vai ser veiculada em TV, rádio e na Internet; vão ter ações também na Baixada durante a Operação Verão com simulador de impacto que mostra o que aconteceria em 5Km/h, com cinto de segurança, para as pessoas terem essa sensação, além de colocar banners ao longo da rodovia, são mais de 90, e a distribuição de um milhão de panfletos”.

Por lei, o cinto de segurança é item obrigatório para motoristas e passageiros, tanto do banco da frente como do banco de trás. Mas Giovanni Pengue Filho diz que muita gente ainda usa algumas desculpas para justificar a falta do equipamento: “A desculpa que eu vou logo ali e não precisa, a desculpa que o cinto incomoda ou até, no banco de trás, a desculpa que o banco da frente pode proteger ou aquela falsa sensação de que se está mais protegido.”
Dados da ARTESP mostram que o número de mortos é sempre maior entre os ocupantes sem cinto.


Para se ter uma ideia, de 2012 a outubro de 2014, 69% dos passageiros dos bancos traseiros que morreram em acidentes nas estradas não estavam usando o cinto.

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